26 de dezembro de 2011



É perturbador olhar para si mesmo 
e encontrar um paradoxo.
Onde as trincheiras opostas 
travam guerra de desejo, sangue e ossos.
E de uma maneira catastrófica,
deixa trágicas fissuras. 
Onde não é difícil comparar 
com as nossas singelas duvidas.
Entre o brutal e satisfatório desejo, 
ou, o fiel e molenga amor.
Duas vertentes tão interligadas 
causadora de tanta dor.

E es que um susto me desperta
e me vejo ao paredão.
 Com duas armas apontadas  
ordenando uma decisão:
Respeite o sentimento 
e deixe sua vontade no chão.
-OU ENGULA TUDO À SECO 
E VOMITE SEU CORAÇÃO!


Esnobar a minha vontade 
e da chance ao paraíso?
Ou ser fiel ao meu extinto 
e ignorar um bom sorriso?
É dessa guerra inesgotável 
o cotidiano do meu ser.
Cenário desse campo de guerra 
entre o "ser" e "pertencer".



13 de dezembro de 2011

Merecedor de palavras?

Não sou digno de palavras bonitas, 
nem de versos escancarados.
Demais pra mim já é sonhar ser dono de mim mesmo. 
Controlador das faíscas exorbitante ,
soltadas pelos descontroles impostos pelo ser. 
E mesmo tendo lições dolorosas marcadas, 
na qual rodopiam minhas duvidas na demanda de um novo erro. 
E fazendo das experiências um cadeado, no qual não sei o seu segredo.
Só espero que um dia, esse empasse decifre, alguém.
E esse alguém talvez queira alojar,  
talvez, até concertar algumas fissuras antes postas. 
Calculando para a estrutura não vir a desmoronar. 
Porém mesmo assim ainda repito:
palavras bonitas ainda não sou digno de ganhar!


Direto de Tandylandia 
18 de outubro de 2011

Caguei



Sabe quando penso em você?
Quando defeco!
É quando imagino você descer,
pedaço por pedaço.
Te degolando a cada vez 
que deseja se engrandecer.
Agora boie sem entender.
E gire, escorregue, enlouqueça
e diga adeus.
A aquele corpo que um dia foi seu.
Depois eu gargalho, 
aliviado e sem emoção, 
sem remorso e preocupação.
Sabendo que essa MERDA
está livre meu coração!
3 de setembro de 2011

Guerra

Talvez tanta desordem de idéias vem do verdadeiro e mais hostil conflito do ser humano. A guerra entre o coração e a mente. Onde por conta do extinto de sobrevivência da mente, confrontado com a inocência do coração, acaba criando uma grande barreira entre esses adversário. Onde o coração franco e tolo, cansado de tanto lutar para ser levado em conta, com medo de se ferir por seus tolos atos, é reprimido pelo extinto de sobrevivência mental que insiste em ensinar ao seu amado e tolo companheiro.


Sortuda é a  mente que vence o coração, escravizando-a e ensinando a ser mais forte e sagaz. Preparando-a para as batalhas na qual o insensato corpo as fazem travar em imediato e inesperado acontecimento. Não conciente de que há vida dentro de si. E lembrando que um coração bate dentro de si quando dor o relembra. 


Bebado! Esse sim é o verdadeiro estado do corpo. Mais estúpido que o próprio coração, só sabendo da necessidade que o vício do amor o trás, querendo sempre mais e mais e mais. Dependente químico da serotonina, que te inflama e te suaviza. Porém, não imagina que seu vício estraga seu coração frágil, que pede e suplica o fim de uma boa noite de prazer pelo medo de um amanhã doloroso.


E os poemas e as musicas românticas são frutos de relatos dessa guerra, que ao chegar ao fim em determinados premiados,  que encontram o equilíbrio entre seus dois adversários e mais outros dois, que chega ou para estragar tudo, ou para erguer em fim a bandeira branca, e não vermelha, do amor verdadeiro.

 Direto de Tandylandia 

Quem sou eu

Minha foto
Pequenos poemas de uma ex-criança.
Tecnologia do Blogger.

Seguidores