Guerra
Talvez tanta desordem de idéias vem do verdadeiro e mais hostil conflito do ser humano. A guerra entre o coração e a mente. Onde por conta do extinto de sobrevivência da mente, confrontado com a inocência do coração, acaba criando uma grande barreira entre esses adversário. Onde o coração franco e tolo, cansado de tanto lutar para ser levado em conta, com medo de se ferir por seus tolos atos, é reprimido pelo extinto de sobrevivência mental que insiste em ensinar ao seu amado e tolo companheiro.
Sortuda é a mente que vence o coração, escravizando-a e ensinando a ser mais forte e sagaz. Preparando-a para as batalhas na qual o insensato corpo as fazem travar em imediato e inesperado acontecimento. Não conciente de que há vida dentro de si. E lembrando que um coração bate dentro de si quando dor o relembra.
Bebado! Esse sim é o verdadeiro estado do corpo. Mais estúpido que o próprio coração, só sabendo da necessidade que o vício do amor o trás, querendo sempre mais e mais e mais. Dependente químico da serotonina, que te inflama e te suaviza. Porém, não imagina que seu vício estraga seu coração frágil, que pede e suplica o fim de uma boa noite de prazer pelo medo de um amanhã doloroso.
E os poemas e as musicas românticas são frutos de relatos dessa guerra, que ao chegar ao fim em determinados premiados, que encontram o equilíbrio entre seus dois adversários e mais outros dois, que chega ou para estragar tudo, ou para erguer em fim a bandeira branca, e não vermelha, do amor verdadeiro.
Direto de Tandylandia


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